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março 31, 2006
Mais um disparate judicial para somar a tantos outros anteriormente registados
O Tribunal de Sintra condenou hoje dezasseis agentes da Brigada de Transito da GNR, por corrupção, tendo ilibado os respectivos corruptores. Neste País do desenrasca, sempre assim foi e assim será, existiu corrupção mesmo ao nível da função mais vulgar como a de um simples porteiro. Qualquer pessoa que esteja habituada a viver de expedientes está habituada a contornar as dificuldades que lhe surjam através da oferta a quem lhe está a dificultar a vida de uma qualquer gorjeta. E consoante é o objectivo assim é a oferta. Sou de opinião de que mais grave do que um corrupto é a existência do corruptor. Mas pelos vistos os magistrados que julgaram em Sintra este processo, têm um entendimento diferente e disparatado. E afirmo-o porque se não houvesse gente que não pretende cumprir a Lei e para conseguir ultrapassar as dificuldades que lhes são criadas, prefere gratificar quem lhe está a complicar a vida, também não existiriam corruptos que, facilitando-lhes a vida conseguem viver acima das suas possibilidades. Se fosse juiz a minha primeira preocupação seria penalizar fortemente o agente corruptor ao invés do corrupto, para que este nunca mais voltasse a corromper ninguém
Publicado por rajodoas às março 31, 2006 08:40 PM
Comentários
esta até parece de um país latino-americano...
Publicado por: hammer às abril 1, 2006 02:21 PM
Diz o hammer "até parece"?!
antes fosse! É BEM PIOR!
Um @bração do
Zeca da Nau
Publicado por: Zeca da Nau às abril 1, 2006 08:35 PM