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dezembro 20, 2004
As provas são várias e as confirmações aparecem
Seria fastidioso listar o conjunto de fracassos e insucessos desta coligação governativa, mas é importante para alertar os mais distraí
dos ou os assumidos não contestatários de que as provas são suficien
tes para demonstrar que há oportunidades que não se devem voltar a
dar. Lembramo-nos todos que na governação socialista houve talvez uma
ou duas vezes mexidas nos preços dos combustíveis.
As reacções também delas nos lembramos foram de uma forte contestação por parte de automobilistas. Mas o partido socialista à insistente reclamada liberalização dos preços por parte das gasolineiras, respondeu sempre energicamente que não.
Mal esta coligação assumiu o poder uma das medidas que tomou foi esta
e nunca me lembro de ter ouvido em qualquer reportagem televisiva apresentar um único automobilista que fosse contestatário dos aumentos sucessivos que entretanto se foram registando.
O que não me admirou, pois deviamos estar em presença dos apoiantes da invasão do Iraque e as consequentes subidas do crude que toda a gente achou sempre como justificável. Hoje a alta autoridade da concorrência e preços chegou à conclusão de que tendo em vista os aumentos do crude não existe razão nenhuma que justifique o preço do litro de gasóleo que se pratica nas bombas, a não ser o objectivo no aumento do lucro por parte das gasolineiras.
Afirmaram sempre os governantes de que a liberalização instituída iria beneficiar o consumidor. Sem dúvida que fsim, grande parte das pessoas que andavam de automóvel passaram a andar de transportes públicos por já não conseguirem suportar o custo do combustível.
A ministra das Finanças do anterior governo numa visão de economia de merceeiro, aumentou o IVA do produtos taxados a 17% para 19%. Como sabemos com excepção dos produtos alimentares de primeira necessidade e alguns medicamentos taxados a 5% são outros, muito específicos, taxados a 12% e a maioria a 19%.
Significa que seria natural que o aumento de 2%, traduzissem um aumento de receita fiscal visivel no Orçamento do Estado, nada disso se verificou a medida fracassou. Hoje fiquei surpreendido ao saber que o senhor Ministro do Ambiente Nobre Guedes tem, na sua fase de gestão, uma excelente solução para resolver os problemas dos resíduos sólidos perigosos, sem recurso há co-incineração, defendida por José Sócrates.
Espera lá disse, imediatemente este vosso amigo. Então este tipo é
licenciado em direito e permite-se falar sobre uma matéria que ignora.
Mas de repente fez-se luz. Então é isso, como ele possui na Serra da
Arrábida inserida na área de paisagem protegida aquela vivenda que
cresceu volumétricamente de uma forma impressionante em substituição
dos abrigos então existentes para os protectores e defensores das
espécies, nos quais devem ter estagiado os membros da Quercus, acabou por transformar o local num laboratório para ensaios na eliminação dos resíduos tóxicos, sem que ninguém alguma vez tenha dado por isso, tal qual o seu antecessor Isaltino Morais quando titular da mesma pasta que através do vencimento auferido como presidente da autarquia
numa atitude de salvaguarda do peculio arrecadado ao longo dos anos, o transferiu para várias contas da Suiça evitando assim que os valores se deteriorassem, uma vez que naquele País as baixas temperaturas propicionariam uma melhor conservação dos dinheiros obtidos. Será que com tudo isto ainda haverá alguém que seja capaz de
lucidamente depositar o seu voto numa destas forças políticas.
Publicado por rajodoas às dezembro 20, 2004 08:59 PM
Comentários
Chama-se a isto três grandes porradas de uma só vez!!
Em relação aos combustíveis, não esqueçamos que esses glutões corroem e esmagam tudo e todos quanto possam. Ou lhes põem o açaime ou eles vão aleijar muita gente, aliás muitos já estão
Publicado por: hammer às dezembro 20, 2004 10:23 PM
Forte e feio, amigo Raul!
Publicado por: canzoada às dezembro 20, 2004 10:38 PM
É Natal, É Natal
O vento sopra lá fora
O zezinho fugiu
O santaninho caiu
É Natal, É Natal
O vento sopra lá fora
O bagão ficou-se
O presidente sentou-se
É Natal, É Natal
O vento sopra lá fora
O portinhas enganou
E o governo murchou
É Natal, É Natal
O vento sopra lá fora
Publicus Sociale
Publicado por: Publicus Sociale às dezembro 21, 2004 03:02 AM
Como vê, Raul, há sempre uma explicação simples para tudo..., mas como eram precisas muitas e não há tempo o melhor mesmo é mandar vir outros que, de início, nada tenham para explicar.
Abraço
Publicado por: carlos a.a. às dezembro 21, 2004 12:43 PM