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novembro 29, 2004
Se o arrependimento matasse a primeira dama neste momento era viúva
Óbviamente que jamais lhe desejaria um tal fim. Votei nele eu e a mi-
nha família no 1º. e 2º. mandatos, contribuindo assim modestamente
para a sua eleição e reeleição. Gostei do seu desempenho no primeiro mandato que embora fosse o PS a governar, mandou vários diplomas para verificação da sua Constitucionalidade e outros para correcção de disparates. O exercício deste seu segundo mandato quanto a mim pauta-se pela negativa sobretudo no maior erro político que ele próprio hoje demonstrou pelo seu semblante ter cometido. Convidar um presiden
te de um partido o qual através de uma solução de última hora prota-
gonizado pelo então lider José Manuel Barroso e transformá-lo num 1º. ministro, acontecimento que jamais passaria pela cabeça de qualquer comum português, só por si, revelou ter assumido o compromisso com o ex-primeiro ministro na aceitação do cargo europeu para o qual o mes-
mo havia sido indigitado. Nunca foi determinada a razão do porquê desta sua opção embora o mesmo tenha afirmado ter sido a necessidade de manter a estabilidade política do País. Até nisso se enganou, no curto período de governação liderada por esta escolha que nem sequer foi sufragada pelo eleitorado mas sim por uma indigitação proposta pelo conselho nacional de um partido, facto que dada a minha enorme ignorância me deixou muitas dúvidas quanto à sua legitimidade, no âmbito do nosso quadro parlamentar, mas dizia, o Presidente da República não tem tido neste período, outra coisa que não seja uma continuada instabilidade politico ou governativa, notando até o cidadão comum que este governo só está preso por arames. Mas como provávelmente lhe custa admitir o erro que cometeu, prefere não recuar na sua decisão e manter a todo o custo esta coligação governametal até ao final do mandato. Curiosamente numa sondagem de hoje revela que os portugueses já se habituaram à ideia de que eles irão terminar o mandato tal a convicção de que palavra do Presidente não volta a atrás.
Publicado por rajodoas às novembro 29, 2004 08:32 PM
Comentários
Também votei nele, Raul. E se arrependimento matasse... (ai, que fúria, até mesmo ao escrever estas linhas).
Pelo menos, Mário Soares, nunca me desapontou, enqto PR.
Culpo o PR do que se passa, porque nele votei, e, por isso, o posso responsabilizar. Tenho dito!
Publicado por: sibylla às novembro 29, 2004 09:30 PM
Eu não votei, mas ainda assim tenho-o como a única tábua a que me poderei agarrar com alguma segurança.
Abraço
Publicado por: carlos a.a. às novembro 29, 2004 10:05 PM
se a ideia é agir com segurança, com tolerãncia, com certeza absoluta...já tem que baste e já chega!! estamos cansados!!
Publicado por: hammer às novembro 29, 2004 11:00 PM
Temo meus amigos, que ainda não seja neste Natal, que teremos uma prenda presidencial no sapatinho.
Não apenas por questões de casmurrice, mas talvez por razões, que a razão, por enquanto desconhece
Publicado por: jgonçalves às novembro 29, 2004 11:23 PM
Nascemos...Hoje.
E uma amiga recomendou que aqui viéssemos.
Nós ainda mal abrimos os olhitos...mas gostamos do que vemos. Obrigados.
Publicado por: Recorrente às novembro 29, 2004 11:44 PM
Estou contigo...também votei nele...agora...aguardemos serenamente! Abraço, WB
Publicado por: whiteball às novembro 29, 2004 11:46 PM
Eu só peço que o presidente, segundo a sua lógica de nos surpreender sempre, o faça mais uma vez demitindo aquela cambada de fascistóides que pululam pelo governo.
Publicado por: o Vizinho às novembro 30, 2004 12:11 AM
Anticipadas já!
Publicado por: Publicus às novembro 30, 2004 03:36 AM