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junho 27, 2004

Constitucionalistas de trazer por casa afirmam


Os "pategos" da esquerda não sabem interpretar a Constituição, eles
sim, são os letrados e iluminados deste País que, como têm receio de
enfrentarem eleições antecipadas, optam por afirmar energicamente
que o Presidente da República só pode tomar uma decisão aceitar a su-
cessão do 1º. ministro. Perante isto nada mais se pode acrescentar pois
os factos são mais que evidentes, a contestação social vai estar presen-
te intensamente a partir de agora nas ruas, numa manifestação inequí-
ca de que esta solução não serve os interesses da maioria dos governa-
dos.

Publicado por rajodoas às junho 27, 2004 01:26 PM

Comentários

É o que lhe interessa!
É lógico que não vão falar a verdade neste momento é também campanha. Interessa-lhes direccionar a opinião pública.

Publicado por: João Norte às junho 27, 2004 01:44 PM

Raul,

o PR ainda não decidiu nada. O q escrevi no "meu" blog é q o PR precisamente não pode aceitar q um não candidato a deputado ou 1 nao deputado eleito como éo caso de PSL como PM. Isso não pode passar pela cabeça de um jurista! Se se tratasse por ex. de ferreira leite, de outro membro do governo em q o povo portugues tivesse votado nas ultimas legislativas, aí a "conversa" era outra...

Mas aí entrariamos na legitimidade de exercicio, porq o PSD neste momento perdeu uma eleição de forma esmagadora, q legitimidade tem este partido para nos governar perante a força de 3 partidos da esquerda? NENHUMA!

Publicado por: Golfinho às junho 27, 2004 02:55 PM

Afinal o que é que se passa ali para os lados do Canzoada?

Publicado por: Pasqui às junho 27, 2004 05:52 PM

eu nao sou de direita, buááááá :)

Publicado por: Golfinho às junho 27, 2004 07:24 PM

Caro Golfinho também assim pensei desde o primeiro momento que sobre isso passei a escrever. Disse-o sempre que Santana Lopes não foi sufragado nas últimas legislativas porque não fez parte da lista de deputados eleitos e como é que seria possível só pelo facto de ser vice-presidente do PSD, tal conferi-lhe legitimidade para poder ser um 1º. ministro. É no fundo só isso que é contestado, quanto à opção, essa é da exclusiva responsabilidade do nosso Presidente da República. Os seus pontos de vista são demasiadamente esclarecedores para que possa seja confundido com um defensor de ideais de direita.

Publicado por: congeminações às junho 27, 2004 09:21 PM

Estás com toda a razão: uma bebida fresca, em boa companhia...e já está! Isto passsa, é do calor! Abraço, WB
(voltarei)

Publicado por: whiteball às junho 27, 2004 11:24 PM

A ânsia do PS pelo poder faz-lhe perder as estribeiras e assemelhar-se cada vez mais ao BE.
Agora até destacados militantes socialitas vão a manifestações convocadas por telemóvel...
O Estado de Direito não lhes diz nada!

Publicado por: Peixoto às junho 27, 2004 11:33 PM

Claro que não serve. Há um problema grave de legitimidade.. legitimidada reforçada com o resultado das ultimas eleições europeias.

Publicado por: V às junho 28, 2004 03:34 AM

Não poderemos nunca esperar de uma direita desiludida, autista, retrógrada, cristalizada nos dogmas do ogre de Santa Comba Dão nada de bom.
Perpetuarem-se no Poder, fazer apertar cintos que já nem furos têm, para alargar fartas barrigas de cretinos é a opção deles sempre.

Quem falou aqui de coerência? - Onde está a legitimidade para falarem disso?

Sairam derrotados nas eleições.
Sairão de novo.

Estabilidadde? - chamam estabilidade á derrocada, ao desmprego, à In- justiça?
E que tal recordar o "mirabolante" plano de colocação de prefessores? - E os encerramentos arbitrários de fábricas, sem punição alguma para os prevaricadores?

Abraços

Publicado por: LetrasAoAcaso às junho 28, 2004 12:45 PM

"Sem um Congresso, ninguém tem legitimidade para nomear um novo Presidente do PSD e, por inerência, o primeiro-ministro. Tal configuraria um golpe de Estado no partido", declarou ontem Manuela Ferreira Leite (MFL), ministra de Estado e das Finanças. Na opinião da ministra, não existe uma hierarquia formal na Comissão Política do PSD, lembrando que "quando os militantes votaram, no último Congresso, não estavam a escolher, também, o número dois ou o número três do partido, estavam a votar na lista do presidente do partido".

Não posso concordar com MFL. Então votar numa "lista" não é votar nos nomes dessa "lista"?! Quanto ao anunciado "golpe de Estado", tenho que dizer que MFL=PSL, pois que ambos confundem Estado com Partido, já para não falar dos "golpes" sobejamente conhecidos que esta senhora tem dado ultimamente. Oh...doutora! Peço que se cale, e quanto mais depressa melhor, senão...!

Publicado por: Vítor R da Costa às junho 28, 2004 03:37 PM