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maio 22, 2004

Jardim orador de abertura

Na abertura do congresso do PSD, como não podia deixar de ser um dos
verdadeiros bastiões deste partido, Alberto João, botou faladura e com o
seu timbre habitual, utilizando a verborreia que lhe é característica dispa-
rou uma série de bacoradas que a avaliar pelas expressões nos rostos
filmados pelas câmaras de televisão, do 1º. ministro e de Santana Lopes,
não as acolheram com bom grado. Mas afinal o que estes senhores que
denotaram alguma contrariedade ao ouviram as bacoradas do Alberto
João, estavam à espera que não fosse este tipo de afirmações. Está na
altura de aproveitaram o seu próximo aniversário e ofertarem-lhe a últi-
ma obra da Bobone, sobre as boas maneiras que não é tarde para serem
aprendidas por quem não as possui. É que figuras destas não servem pa-
ra espelhar a pureza de um partido e muito menos catapultá-lo para um
horizonte de maior abrangência eleitoral, antes bem pelo contrário, aju-
dam a desacreditá-lo.

Publicado por rajodoas às maio 22, 2004 11:17 AM

Comentários

Por muito que o estilo de Jardim seja criticável, a verdade é que o povo madeirense o tem elegido, democraticamente, para comandar os destinos da Madeira...
Quanto ao estilo do homem, cada um tem o seu... Mais importante que o estilo é a defesa dos interesses da população que se representa.

Publicado por: Peixoto às maio 22, 2004 12:52 PM

Sobre o Jardim, já disseste tudo.
Sobre a "democraticidade" na Madeira, poderíamos elaborar uma tese.
Agradeço-te o "benvindo".
Acredito que da "discussão nasce a luz".
Poderemos discordar. Apenas teremos de respeitar as opiniões dos /as outros/as.
E eu respeito.
A velha questiúncula /Doreita/Esquerda, tende cada vez mais a diluir-se. Digamos que existem diferenças de opinião entre pessoas. Isso é saudável.
Virei sempre por bem, claro.
O teu espaço é um espaço de abertura e de discussão.
Levantas questões pertinentes.
Que importa o que cada um de nós pensa se nos respeitarmos?
Abraços.

Publicado por: LetrasAoAcaso às maio 22, 2004 01:11 PM

A inquestionável leveza do ser, pese embora a sua envergadura, traduz à letra, o imaginário do rol Barrosista/Cavaquista..

Publicado por: jgonçalves às maio 22, 2004 10:39 PM