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fevereiro 26, 2004

Dúvido das nobres intenções

Numa altura em que o mercado dos chamados suplementos alimenta-
res sobe vertiginosamente, aparecer o Infarmed preocupado em regu-
lar, vigiar e certificar os mesmos, faz-me pessoalmente desconfiar de-
sas nobres intenções,porquanto se assiste a um aumento do número
de adeptos deste tipo de solução. Convém porém, antes de motivar
qualquer erro de interpretação na abordagem deste assunto que não
sou possuidor de nenhum negócio que se relacione com este ou qual-
quer outro tipo de produtos. Sou apenas e só adepto incondicional des-
te tipo de produtos e por razões de experiência comprovada continua-
rei a sê-lo. A minha dúvida é se a partir do momento em que a Infar-
med passará a intervir na certificação dos ditos suplementos não fica-
rão estes muito mais caros e até se isso não passará a servir de pre-
texto para que os mesmo deixem até de ser comercialiazados nas
grandes superfícies. Como sabemos os alemães e os americanos têm
uma grande tradição nesta área realizam muita investigação e os pro-
dutos desta origem são certificados. Ora,assim sendo,e como isto é
uma opção pessoal que não passa por nenhum clínico para o receitar
até porque,tal como o representante do Infarmed o disse, não é um
medicamento, porque razão vai ter o mesmo que ser certificado quan-
do tratando-se de um suplemento oriundo dos países em que isto é
levado a sério já o foi. Que autoridade terá o Infarmed para certificar
ou não um produto préviamente certificado no país de origem em que
foi produzido. Só desejo é que este procedimento não vá como penso
que irá acontecer provocar o encarecimento do produto, já que como
se sabe não são os mesmos comparticipados por nenhum sub-sistema
de saúde e quem os adquire suporta na integra o seu custo.

Publicado por rajodoas às fevereiro 26, 2004 09:04 PM

Comentários

Os ditos suplementos alimentares, tenho pena, mas não acredito na sua utilidade. São opções!
Quanto à vigilância, perfeitamente de acordo, se o cuidado fõr em verificar as condições de higiénie, em que o produto chega ao consumidor.
Quanto à certificação, é claro, que o que se pretende é a taxação!

Publicado por: j.gonçalves às fevereiro 26, 2004 10:33 PM

Pois caro José eu por experiência própria tenho fortes razões para acreditar mais na eficácia dos ditos suplementos que nalguns fármacos, mas claro, isto é apenas e só, uma opinião pessoal.

Publicado por: congeminações às fevereiro 26, 2004 11:11 PM

Vamos a ver se a situação se resolve...
Sou a favor dos genéricos (ponto).

Um abraço,
francisco Nunes

Publicado por: Planície Heróica às fevereiro 26, 2004 11:22 PM

O controle a mais não é pernicioso, já o inverso é. É evidente se a acção implicar um aumento de custo não é agradável. Tenho as minhas grandes dúvidas é sobre o controle a efectuar: tanta coisa que deveria ser controlada e não o é.....

Publicado por: vmar às fevereiro 27, 2004 12:38 AM